quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Um quarto vago
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Vulto
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
4 estações da minha vida

Eu pensava que tudo durasse para sempre
pensava que nunca iria sofrer pelas mesmas dores
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Verão caloroso,sempre soube que dois corpos pudessem ocupar o mesmo espaço,pois meu lugar era seu lugar e me sentia tão sua. Não tinha medo de enfrentar o sol para ir ao seu encontro,pois lá eu sabia que existiria a fonte que precisava.
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Eu pensava que seu amor por mim nunca acabaria
pensava que nossos risos seria mais forte que toda vela quando acesa
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Olá inverno,traga o seu ar gelado,sinto que esse ano será forte,não terei seus braços para me aquecer,então eu luto e me desapego,luto para encontrar algo que me faça sobreviver com esses dias ruins
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Chegou outra vez o outono e nele nada está igual,nem as mesmas folhas que encontrava no chão.Tudo se foi com o inverno e agora o que resta é a lembrança,a vontade de enfrentar tudo outra vez,dia a pós dia.
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Eu penso que tudo passa,tudo muda, pois nem sempre tudo volta,
mas certamente algo novo irá substituir o que foi levado
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Primavera colorida,brotando lentamente,expondo suas cores,aromas, encantamento.
Eu esperei por você por um longo tempo,cheguei a pensar que isso seria incurável,mas agora está aqui,brotando em meu jardim,fazendo de meus dias um novo sorriso,um novo sentimento,colorindo os dias que foram cinzas.
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Eu pensava que ninguém mais me amaria
...
Oi futuro verão,desta vez não irei me irritar por ser mais forte que os outros anos,prometo sorrir dia a pois dia,pois eu sei que só você será para sempre...
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Uma tarde...

Eu ainda assisto o nascer do sol todas às manhãs
E sento na varanda quando ele se põe
Olho as estrelas e tento adivinhar seus nomes
As vezes estico o braço para pegar algodão doce do céu
Outras vezes eles não estão maduros.
Então a chuva chega e o gostinho de tuti fruti se desmancha em minha boca,
Como é doce essa infância...
Eu poderia ser o que eu quero ser, mas desejei não ser nada.
Quero apenas permanecer em algum lugar onde não ocupe espaço
Quem sabe assim alguém tenha dó de mim e me deixe ficar sem querer incomodar na imaginação?
Quando me embalo para casa sinto o cheiro de morango de minha mãe
Sempre imaginei que mães tinham cheiros de melão, mas a minha não.
E as vezes ela me embala mesmo quando não tenho direção...
Eu gosto de tudo que me faça acreditar,
Gosto de você, gosto até de seu cabelo quando acorda,
Simplesmente gosto e me permitiria ficar balançando minha cabeça
Para lá e para cá ao embalo de Edward Sharpe The Magnetic Zeros
Abriria um jornal hoje, colocaria meus óculos e acenderia um cigarro.
Imaginaria ter filhos, depois de uma ida ao super mercado levando flores a você...
Eu posso tudo quando estou dançando nas nuvens...
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Doce infância

Prometi nunca mais voltar a lembrar, mas eu já sabia que o nunca não existe e que a lembrança é o único motivo para continuarmos vivos...
Você sabe do que preciso e eu sinto do que precisa quando seus olhos alcançam os meus, é o único anjo que eles já viram.
Eu desabei outra vez, desejei novamente não acordar...
Vivo num mundo de fantasia, onde brigo com a própria realidade, a triste crueldade de tê-la intacta num monitor...
Open the door(mas a de trás fechada)

Pensa que não está sozinho, mas o único ser que te observa é o espelho, todos te abandonaram e ninguém pode fazer mais nada por ti além de você mesma. Imagina os caminhos com menos obstáculos, mas não encontra nenhum, leva o sofrimento no olhar, a percepção da alma para quem já está cansado de nadar em águas rasas... Um dia ei de escutar a respiração por debaixo de um casco. Sabe do que precisa, mas da dica errada, ela está tentando enganar alguém... Quem sabe ela mesma já não se enganou tentando se alto enganar, e agora já não sabe mais como voltar. Todos só sabem a criticar, sente saudades das compreensões alheias, onde nunca encontrou. Tem vontade de participar, mas ninguém convidou e talvez o único motivo por continuar sozinha seja porque ainda ninguém a descobriu... Reclamou da vida algumas vezes, mas agora a vida que reclama dela, tenta empurrar para beirada, quem sabe assim o vento consegue ajudar seus passos...
Das poucas vezes que sentiu seu coração soube que era bom, sabia que o sangue que percorria em suas veias era precioso, mas o deixou de sentir já faz algum tempo,sempre tenta renová-lo em trinta dias...Desta vez o consumo foi pouco,aconteceu a reciclagem,mas ainda continua impermeável,cansada,desiludida, precisa ir a escola,não sabe mais o abecedário...E como uma fita de vídeo game onde assoprava para sair a poeira e a encaixava para voltar a jogar,foi que se decidiu não apertar mais o start...Então assim sua vida continuou 24h sem parar com seu humor peculiar,mas sabendo que nunca mais vai parar,pois nada a espera e o que fica já é passado e o passado vira museu e o museu gosta de circulação de pessoas...
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Ao som de Bjork...

Hoje podemos ver muitas árvores,flores brotando,animais felizes e solto...Podemos ver o que quiser,mas só no papel.Desenhar o que sua imaginação quiser projetar,as fontes de pesquisas ajudam no detalhe mais minimalista possível. É uma pena que futuras gerações não terão a mesma imaginação,não poderão ver o que nos já vimos. Os seres humanos construíram um mundo de oficio,colocaram fogo em toda papelada e ainda as a chamam de arte...Olhe ao seu redor...Essa é a única arte que consegue fazer?